Exibir o ícone da lixeira na área de trabalho é conveniente, principalmente por ser esse o local onde estamos acostumados a encontrá-lo; e também porque não é necessário executar nenhum programa para ter acesso a ela. No Linux Mint 14.1 com Cinnamon a lixeira não é exibida por padrão na Área de Trabalho, é preciso abrir o navegador de arquivos para acessá-la. Ainda bem que corrigir isso é bem fácil.

Se você precisa levar o laptop para onde for no seu dia-a-dia, seja no trabalho, faculdade ou colégio, sabe que nada melhor do que contar com um notebook leve e portátil. Também é conveniente que o desempenho melhor seja o melhor possível; afinal, você não quer o equipamento trave no meio daquela apresentação importante. Uma boa escolha no momento (2013) são os notebooks da linha V5-171, da Acer, com tela de 11,6". São bastante leves, na faixa de 1,38 kg, e com espessura de 2,095 cm, menores e mais finos até do que alguns "Ultrabooks".

Quem procura um notebook para tarefas avançadas e jogos encontra uma ótima opção (senão a melhor) quanto a custo-benefício no LG N460. O notebook conta com um processador Intel Core i5 3210M 2.5/3.1ghz e 4 GB DDR3 de memória RAM, expansíveis para até 8 GB. A placa gráfica (VGA) é uma AMD Radeon 7650M, off-board, com 1 GB de memoria dedicada.

São tantas as informações sobre os novos notebooks que prometem ser leves e potentes ao mesmo tempo, os chamados "Ultrabooks", que você deve estar se perguntando se vale a pena ou não gastar os seus valiosos recursos para estar em dia com a última tecnologia. Neste guia, serão oferecidas as informações mais importantes para que você possa tomar essa decisão, e alguns dos modelos com melhor custo-benefício do momento serão indicados.

Pouco mais de uma semana depois de ter atualizado o meu Ubuntu para o 11.04 (Natty Narwhal), estou chegando a algumas conclusões a respeito do novo sistema. Não que tenha sido tempo suficiente para observar todas as vantagens e desvantagens do Natty, mas creio que as funcionalidades mais importantes já foram experimentadas por mim, permitindo uma análise tanto conceitual como prática.

O primeiro ponto é que o sistema continua a trazer o que tem de melhor: o foco no usuário final. Nada de complicações desnecessárias. A instalação corre tranquila e de forma intuitiva. A central de programas está cada vez mais fácil de usar, de forma que qualquer usuário pode usar o sistema sem quebrar a cabeça, sem precisar conhecer toda a sintaxe da linha de comando (apt-get a life). Obviamente, se você aprecia a linha de comando (como eu), ela está lá. Outra grande vantagem do Ubuntu.

Mas, se a essência continua a mesma, algumas decisões tomadas nesta versão preocupam. Principalmente a adoção do Unity que, à primeira vista, é um ambiente de trabalho bastante agradável. O grande problema é que ele parece forçar sobre o usuário uma nova forma de trabalhar, bastante divergente daquela à qual ele estava acostumado.

Nota: comecei a escrever esta postagem em 2011, depois do lançamento da versão 11.04. do Ubuntu. Não terminei a redação, mas fica como registro de como tudo se desenrolou. Hoje, não tenho o menor interesse de atualizar para a versão 12.10, pois muito provavelmente serei forçado mais uma vez a mudar o modo de usar o computador, com pouca ou nenhuma opção de personalização.

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Até algum tempo atrás era bem simples salvar um vídeo do YouTube que você havia assistido no Google Chrome. No Linux, era só abrir a pasta "/tmp" e lá estava o vídeo com um nome indecifrável, que bastava renomear. Ultimamente, parece que o navegador não usa mais o diretório raiz /tmp para armazenar os vídeos temporários, talvez por uma questão de privacidade. Como achei perda de tempo procurar o novo local, resolvi procurar uma extensão que permitisse baixar os vídeos diretamente na página.

Encontrei algumas extensões, mas achei estranho o pouco número de usuários de cada uma. A YouTube Downloader foi a que instalei primeiro e achei mais interessante, por permitir o download em diferentes definições e tipos de arquivos. A extensão adiciona um botão abaixo do vídeo, ao lado do botão Compartilhar.

Também testei a YouVid. Ela adiciona um ícone à barra de endereços quando se está visitando uma página de um vídeo no YouTube, mas só permite download no formato .flv. Limitada em relação à anterior.

Atualização 1: o método que eu indiquei na postagem original não funciona mais, pois as duas extensões foram removidas pela Google do repositório oficial. O motivo é que elas violam a política da próprio Google, proprietária do Youtube, que não permite o download de vídeos do site (mais informações). Diante disso, você pode utilizar o http://keepvid.com/ ou o aTube Catcher para baixar vídeos do Youtube. O post inicial continua acima para referência.

Atualização 2: existe um modo simples de encontrar o local onde o navegador salvou o vídeo ao qual você assistiu. Basta abrir a pasta pessoal e dar Ctrl+H para exibir os arquivos ocultos. Então, basta localizar a pasta /home/seuusuário/.cache/google-chrome/Default/Cache (Chrome) ou /home/seuusuário/.mozilla/firefox/9w3yvx50.default/Cache (Mozilla Firefox). Obrigado ao leitor Ulysses por postar o comentário com essas informações.

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Os temas do Windows XP tornam a aparência agradável para muitos, mas desabilitá-los pode fazer com que o sistema fique mais leve e ágil. Isso porque os efeitos visuais consomem recursos de processamento e memória consideráveis.

Os passos a seguir são para o caso em que mais de uma pessoa utiliza o computador com uma conta própria.

  1. Clique no menu Iniciar, Executar, e digite "services.msc" (sem as aspas).
  2. Na lista de serviços, procure por "Temas" e clique duas vezes sobre ele.
  3. Na aba geral, procure o texto "Tipo de inicialização" e selecione "Desativado".
  4. Clique "OK". Isso desabilitará os temas e, após reiniciar, seu sistema voltará para a aparência clássica.

Por hoje é isso. Nos próximos dias pretendo publicar outras dicas para deixar o seu sistema rodando na velocidade máxima! ;-)

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Cursos de línguas costumam ser longos e exigir uma certa frequência às aulas presenciais, o que nem todas as pessoas podem em razão de trabalho ou estudo. Além disso, nem sempre são financeiramente acessíveis. Uma alternativa que está surgindo com força é o Livemocha, um site que disponibiliza cursos gratuitos de várias línguas, como inglês, alemão, francês, italiano, japonês, entre outras.